20 janeiro 2017

[Resenha] Coração sombrio


Sinopse:
Uma jovem misteriosa chega a Astópolis e aos poucos devolve os sentimentos que Arquimedes se privara há muito tempo. Com uma nova razão para sua vida, o comandante do exército real decide percorrer o mundo, ficando cada vez mais forte e derrotando todo o mal. Depois de enfrentar lordes, monstros e dragões, encontra em si o pior de todos os males: estar dividido entre salvar o mundo dos poderes de Baltazar, ou se tornar pior que ele.
O que eu achei?
“Às vezes não escondemos nosso passado, simplesmente não queremos voltar a falar sobre ele.”
Logo no início somos apresentados a Pandora, uma jovem animada e insistente que chega ao reino de Astópolis e encontra Arquimedes, o general da guarda real, um homem fechado, distante e turrão. Pandora, dona de muita beleza e uma persuasão incomum consegue convencer o (aparentemente) inflexível Arquimedes para que a deixasse passar a noite em sua casa. Nesse momento se cria um laço emocional repentino entre os dois: Pandora beirando a obsessão pro Arquimedes, e ele, por sua vez, encontrando certo equilíbrio e conforto na presença dela.

Contudo, tudo munda quando Zero, o segundo comandando, volta gravemente ferido de Esperanza e Arquimedes descobre que Baltazar – o rei de lá – foi o causador do ferimento. Rei e seu ex-comandante.

Seguindo uma trama de vingança, Arquimedes é um anti-herói nessa história: um homem sombrio, com um passado obscuro e tempestuoso, personalidade rude, em busca de poder absoluto a qualquer custo , e que fara de tudo para que Baltazar e seus capangas paguem com suas vidas todo o sofrimento e destruição que causaram não só a ele e Zero, mas a todos que vivem ou já viveram em seu reino.
Pandora – apesar de pedante em alguns momentos – torna-se uma guerreira forte, contudo não tem muita importância no andamento da história. O mais interessante foi como a personagem foi construída – sim, a personagem Pandora tem todas as características da mitológica Pandora: graça, beleza, persuasão, meiguice e habilidade (mas falta-lhe certa paciência).

A história ainda mistura muitos elementos de fantias – já que se trata de uma fantasia. Temos guerreiros que controlam os elementos – no exemplo de Arquimedes, que conjura chamas -; colossos animalescos, uma comunidade de dragões divididas por poder que está abeira do colapso, tudo isso envolto no tom medieval, com disputas de poder e ego tanto entre reinos quanto entre guerreiros aliados.
Arquimedes foi um personagem muito bem trabalho, complexo e misterioso apesar de usa pouca idade, e seu caminho durante a história faz com que você se questione quanto a sua integridade e a moral de suas escolhas, do tipo “os fins justificam os meios?”. Em sua busca por poder, suas atitudes oscilam muito entre “fazer o certo” e “fazer o que ele quer”, deixando brechas pra questionamentos sobre sua índole e seu destino no fim de tudo.
Ainda, os reinos e seus reis apresentam muito mais mistérios do que se possa imaginar – como toda boa história medieval que se prese sabe fazer. Reis sanguinários, sem face, sedentos por guerras e disputas podem não ser exatamente quem se acredita.

Contudo, como nem tudo são flores, dois pontos deixaram um pouco a desejar nesse livro.
Primeiro, durante a andança de Arquimedes por respostas e poder, o enredo deixou pontas soltas quanto ao reino de Astópolis e outros personagens secundários que foram, simplesmente, esquecidos. Além disso, as batalhas poderiam ter sido mais bem trabalhadas – foram rápidas e fáceis em sua maioria.
E segundo, a revisão poderia ter sido bem mais eficaz. Essa questão me deixou muito incomodado, uma vez que vi alguns erros se repetirem com uma frequência bem alta.

Ainda assim o livro tem todo seu valor, nos levando a uma aventura por terras perigosas e muitas lutas (e incêndios), numa trama cheia de descobertas sombrias, passados enterrados e muito jogo de poder e ego.

19 janeiro 2017

[New]Top 5 de Livros por Ian Schluter



O Vendedor de Sonhos – Augusto Cury

Esse foi um livro que li já faz algum tempo, mas a sua narrativa me encantou no momento que abri suas paginas e mergulhei na imensidão e profundidade das palavras que enchem as paginas dessa coleção. A visão de mundo que recheia esse livro, em minha opinião poderia fazer um cético parar por um segundo e faze-lo refletir na vida de uma maneira jamais pensada. O eu interior, a influência do meu ser no mundo, e o que minhas atitudes refletem, são pontos que fazem O Vendedor de Sonhos meu livro predileto em 2016.

Uma produção cinematográfica foi feita recentemente, e todos podem ler minha critica aqui no blog, não acho que faz jus ao que o livro em si passa, a mensagem passada é elaborada num contexto que todos podemos passar/passamos em nosso cotidiano, e isso foi o que fez com que se tornasse o sucesso que foi escritores também são pessoas como nós, e trazer para nós leitores, casos dos dia a dia e trabalhar em cima deles, de uma forma para que possamos enxergar o que passa invisível aos nossos olhos, e reflitamos, foi apenas sensacional.

A Garota do Calendário – Audrey Carlan

Meu encontro com Mia Saunders, a protagonista dessa narrativa foi totalmente ao acaso em umas das livrarias aqui de São Paulo.
Comprei aleatoriamente o livro ‘’Janeiro’’, apenas para passar o tempo, já que estava indo ao trabalho e tenho o costume de ler no transporte publico.
Mia precisa de muito dinheiro, e quando digo muito, digo 1milhão de dólares, pois precisa salvar seu pai (mais uma vez, afinal ela é que veste as calças em casa) e pagar a divida com o agiota que esta ameaçando a vida dele e de sua família. A maneira que ela encontrou, mais rápida e digamos que de imediato? Se tornar uma acompanhante de luxo por um mês para clientes milionários, ganhando 100mil dólares por mês, e de quebra não ter que ter relações sexuais com eles, afinal ela é uma acompanhante, não uma prostituta.

A cada livro, que são nomeados de acordo com os meses do ano, já que ela passa um mês com cada cliente, vai te conquistando aos poucos, pois aguça sua curiosidade por saber qual a razão dela ter sido contratada pelo próximo cliente. A história pode parecer meio obvia, mas é uma historia picante e sedutora, que nos envolve com seus personagens que surgem pela trama.
Aos poucos vamos nos fissurando pela historia de Mia, e ficando a cada pagina, mais curiosos por saber o que ira ocorrer no próximo mês. Posso afirmar que é uma historia empolgante, deliciosa de se ler, e por ser curta, ficamos vidrados até comprar o próximo livro.

As aventuras do caça feitiço – Joseph Delaney

Tom Ward, Senhor Gregory e Alice Deane.
Nossos protagonistas nessa saga de mais de 13 livros.
Admito que feiticeiras, ogros, fantasmas, e todo tipo de criaturas das trevas se encontra nessa aventura infanto-juvenil, e fará que você se apaixone pela historia desse sétimo filho de um sétimo filho.
Tom Ward sendo o sétimo de um sétimo, tem ‘’poderes’’ especiais, por melhor dizendo, ele consegue sentir a presença de seres das trevas, uma habilidade que os caça feitiços (Sr. John Gregory, seu mestre) vem desempenhando a muito tempo, assim livrando o condado e as cidades vizinhas, das ameaças do outro mundo.
Tom enfrenta muitas dificuldade através dos tantos livros que essa saga tem, e a cada nova aventura, que se ligam através da continuação em cada novo livro, com o intuito de destruir o maligno, vai nos fazendo ficar aflitos e nos ganha com o suspense de cada novo capitulo da historia.
O Sétimo Filho, foi a produção cinematográfica baseada no primeiro livro da série, e posso dizer que ficou muito boa.
Até onde você estaria disposto a abrir mão de seus valores, afim de um bem maior?
Recomendo que vão descobrir junto com nossos amigos, nessa batalha contra o mal.


O Equinócio – Mione Le Fay

Um dos meus queridinhos de 2015.
Acompanhar a construção desse livro foi um presente dessa minha amiga querida, mas não posso negar que tive que esperar meses até o lançamento para então poder me deleitar com uma leitura tão incrível.
Fadas, seres do bem e do mal, são temas recorrentes desde a nossa infância, e ter tudo isso em um livro, que ainda por cima nos encanta com sua escrita, foi sensacional. Reis sempre tomam decisões difíceis (exceto a rainha da Inglaterra gente, afinal ela só é rainha e rica..Mandas mesmo , naaada..), e com posições elevadas, as responsabilidades tão são dobradas.

A forma como os personagens se desenvolvem na trama é divertida, o livro nos ganha com a personalidade de cada personagem, e que aos poucos, vamos formando nossas opiniões, amores, crushes, e ódio para com cada um deles.
Todo o suspense, amor, traição, romance, que enche as paginas do Equinócio, nos instiga a descobrir mais sobre o que esta por trás da trama principal do mesmo, e Mione Le Fay nos traz um mundo repleto de símbolos, de significados ocultos, e  nos provoca a querer saber mais sobre a historia por trás da decisão do Rei da Corte das Sombras.
A autora nos mostra que nem o segredo mais bem guardado, pode ser mantido em segredo por muito tempo, pois mais cedo ou mais tarde ele virá a tona. E cabe a nós descobrir se isso é algo bom ou ruim para o Reino Encantado.

Diário de um banana – Jeff Kinney
O livro que marcou uma parte da minha infância.
O toque do queijo (ainda tenho trauma de tocar numa fatia de queijo até hoje), e os dramas de se ter um irmão mais velho que pratica bullying com você e sempre se dá bem em tudo. Greg nos enche com uma história muito bem elaborada de sua fase escolar, e que todos nós já passamos um dia, ou ainda estamos passando.
O garoto que procura popularidade, e seu lugar ao sol. Mas por enquanto ele esta no ensino fundamental, e senta em uma carteira entre dois débeis, como ele os chama. E seu fiel escudeiro Rowley, que se prova um verdadeiro débil também. 
Greg tem dias difíceis em sua busca pela ascensão a popularidade, e se vê enfrentando maus bocados quando tem que reconquistar a amizade de seu melhor amigo, que de uma hora pra outra se tornou mais popular entre todos do colégio.Recomendo a todos que tem um gosto por uma leitura fácil de ser absorvida, com piadas e um nível de humor demasiadamente elevado.



18 janeiro 2017

[New] TBR de Janeiro/17 por Mayara Cardoso

O primeiro mês do ano é sempre aquele mês que estamos mais empolgados a ler, bom pelo menos pra mim é assim e este ano ainda tem um incentivo maior para ler mais, a MLV- Maratona Literária de Verão, mas claro que minha meta de leituras não se resume somente aos desafios dela, e vou mostrar para vocês quais são minhas metas literárias para Janeiro.
Para os desafios da Maratona escolhi:
Que tal esta Noite? - livro com a capa feioa, mas que a proposta me instiga muito a ler
Will & Will - livro com a temática LGBT
Redimida- livro que passei 2016 todo enrolando pra ler (n verdade to enrolando desde a Bienal de 2015)
Trono de Vidro- livro indicado
Grey- livro que paguei muito barato.
E para minha maratona pessoal escolhi ler todos os livros da autora Abbi Glines que estão parados há um tempo na minha estante. Sou louca pela escrita da autora e assim que li Paixão sem Limites saí comprando todos os outros, finalizei os 4 primeiros livros(que já tem resenha no blog), mas sabe-se lá porquê parece que o tempo foge quando é para ler o restante da série Rosemary Beach e me apaixonar pelos outros casais.
Bom no total são 11 livros, espero ler pelo menos uns 8, no final do mês eu venho aqui contar se segui ou não a minha TBR. E você já montou e está seguindo a sua? Me conta nos comentários!

17 janeiro 2017

[Resenha] Os 13 Porquês

Sinopse: 
Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker - uma colega de classe e antiga paquera -, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

O que eu achei?
Eu já o achei interessante por contar a história de modo diferente. No total, Clay recebe sete fitas, cada uma com um lado gravado. Você lê a história dividida por cada motivo que levou Hannah Baker a se matar. Uma forma diferente, em que você não vê divisão por vários capítulos, mas, sim, pelas história de Hannah.

Já tinham me recomendado esta história, mas eu nunca dei atenção, de fato. Principalmente, por se tratar de um assunto tão pesado para o público infanto-juvenil. Assim que peguei o "primeiro capítulo" eu não desgrudei mais os olhos das páginas. Além de ser pequeno, a narrativa dele é muito construtiva e simples, sem muitos rodeios (o que amo, particularmente). Jay Asher tem um modo exótico de misturar as narrativas de Hannah e Clay, você não fica perdido em momento algum. Só quer saber o que aconteceu e devorar toda aquela moral, descobrir quem são os outros doze motivos e por quê.

Eu acho que a principal lição que Jay Asher (o autor) quer passar é que não devemos tratar as pessoas como bem entendermos; Que pequenas mentiras e fofocas podem fazer uma grande diferença na vida de alguém, até o ponto da depressão e coisas piores; E que sempre devemos tentar ter mais cuidado com os sinais a nossa volta, principalmente, as pessoas.

É o livro com um assunto pesado e mórbido, mas que é muito bem explorado e que deve ser lido, sim, por todo o mundo. Todos merecem entender essa lição que Jay tem para contar aos seus leitores.






16 janeiro 2017

[New] Exibição dos melhores filmes de 2016

Já pensou em assistir a filmes incríveis e aclamados pela crítica a um preço super em conta? Então essa é a hora! 
Confira a programação e agende-se para não perder nenhum deles.
Anualmente, os membros da (ACCRJ) elegem os melhores filmes lançados comercialmente na cidade ao longo daquele ano. Durante 5 dias, ao final das sessões, será realizado um debate com dois críticos, um mediador da ACCRJ e um convidado, como forma de estimular o choque de ideias e os rumos do cinema.

Todos filmes serão exibidos no CCBB- RJ.

Curadoria: Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ).

* Texto retirado do site do CCBB- RJ

PROGRAMAÇÃO
18/01
15:00- Carol
17:30- Elle
19:30- Debate

19/01
16:00- Taxi Teerã
17:30- O filho de Saul
19:30- Debate

20/01
15:00- Certo agora, errado antes
17:30- As montanhas se separam
19:30- Debate

21/01
19:00- Elle

22/01
15:00- Certo agora, errado antes
17:30- O cavalo de Turim

23/01
14:10- Os oito odiados
17:40- Cafe Society
19:30- Debate


25/01
15:00- O cavalo de Turim
17:30- A bruxa
19:30- Debate

26/01
15:00- Aquarius
17:40- Anomalisa
19:30- Debate

27/01
14:00- O filho de Saul
16:00- A bruxa
18:00- Os oito odiados

28/01
16:00- Cafe Society 
18:00- Anomalisa

29/01
15:30- As montanhas se separam
18:00- Carol

30/01
16:30- Meu amigo Hindu
18:30- Cópia fiel

01/01
16:00- Aquarius
19:00- Taxi Teerã

02/01
16:00- Cópia fiel
18:00- As montanhas se separam

03/01
16:00- Taxi Teerã
18:00- Os oito odiados

04/01
16:00- Anomalisa
18:00- Cafe society

05/01
16:00- Carol
18:30- A bruxa

06/01
16:00- Meu amigo hindu 
18:30- Cópia fiel

Ingressos disponíveis na bilheteria do CCBB
Valores: 10 reais(inteira) e 5 reais(meia entrada)


15 janeiro 2017

[Show] Natiruts na Fundição Progresso 13/01/2017

Sexta- feira dia 13 pude conferir o show de lançamento do Dvd de 20 anos do Natiruts.
Andar na Lapa tem sempre seus encantos, numa noite de sexta-feira 13 repleta de superstição encontrar uma banda com tamanho talento e entrosamento foi uma sorte.

Com um repertório cheio de sucessos os meninos cantaram e encantaram.
Formada em 1996 e liderada por Alexandre Carlo com sua voz inconfundível, a banda se apresentou para uma platéia de fãs que lotaram a Fundição Progresso. A banda cantou 23 músicas, abrindo o show com o sucesso Beija- Flor, deixando a platéia animada e empolgada durante mais de 1 hora e 30 minutos de show, ainda homenagearam outras bandas como Cidade Negra, Maskavo e Lenny Kravitz.

Lista de músicas:

  1. Beija flor
  2. Meu reggae é roots
  3. Andei só
  4. Você me encantou demais
  5. Dou não dou
  6. Em paz
  7. Quero ser feliz também
  8. Um anjo do céu
  9. A sombra da maldade
  10. Perdido de amor
  11. Naticongo
  12. Glamour tropical
  13. Caribean Nights
  14. Me namora
  15. Música banda Cultura profética
  16. Eleutheria
  17. Espero que um dia
  18. Deixa o menino jogar
  19. Groove bom
  20. Natiruts reggae power
  21. Sorri, sou rei
  22. Vamos fugir
  23. Liberdade pra dentro da cabeça
Foi um show maravilhoso que me lembrou bastante das batidas de Bob Marley, o reggae continua vivo e mesmo sendo uma banda com uma enorme bagagem, o Natiruts nos mostra que ainda é possível acreditar em bandas de reggae.



Agradecimento à Louise(assessora de imprensa da Fundição Progresso).

14 janeiro 2017

[New] Lista TBR, por Irlan Silva.

Depois de um 2016 extremamente rico em leituras de qualidade (e também quantidade), 2017 está aí para ser melhor (espero). Este ano decidi seguir um desafio de leitura, que consiste em 27 títulos (até agora).
“Mas você já começou algum desafio desses antes?” alguns podem me perguntar. Sim, já comecei. “E já chegou a concluir?”, continuariam os insistentes. Não, não cheguei a metade. Mas 2017 será diferente – eu espero, com todas as minhas forças.
A lista está quase pronta – faltam alguns títulos de alguns gêneros que ainda não encontrei. Três obras já foram lidas (“Caixa de Pássaros”, “A Estrada da Noite” e “Os Olhos do Deserto”, que estão na vertical na foto).
Como sou do tipo que compra livros mesmo sem conhecer o autor ou o gênero (apenas porque acho a sinopse interessante), o que sei de alguns dos livros citados aqui são apenas as sinopses, ou algo absurdamente superficial.

Sem mais falatório, aqui estão alguns dos títulos desse desafio auto imposto, na atual ordem de leitura:

*DESAFIO: Um livro nacional *
Fim (Fernanda Torres): apesar do meu repertório de filmes, séries e novelas nacionais não ser o mais extenso, Fernanda Torres é, sem dúvidas, uma das minhas atrizes favoritas. Seu talento para atuação e sua versatilidade na frente das câmeras é impressionante. Por isso, ao ver esse livro numa feira, a um preço perfeito para o meu bolso, pulei nele sem pensar. E claro, mais um título nacional nunca é demais pra coleção.

*DESAFIO: Um livro lançado em 2016 *
Filhos do Éden: Paraíso Perdido (Eduardo Spohr): depois de comprar o primeiro volume da trilogia (cuja resenha, feita por mim, esta aqui) por puro impulso e começar a ler sem expectativa nenhuma, me tornei fã absoluto destes livros e do autor, Eduardo Spohr, que conseguiu criar um mundo extraordinário, com personagens absolutamente cativantes e enredos de tirar o folego. “Paraíso Perdido” é o ultimo da trilogia Filhos do Éden.

*DESAFIO: Um livro com a capa preta *
A Torre (Daniel O'Malley): um livro que ganhei em um dos eventos do No Meu Mundo + Reino Literário BR (por milagre de fim de ano, sim!, eu ganhei). Não conhecia o título, muito menos o autor, mas por conversas e pesquisar, encontrei muitos elogios, fazendo com que eu o adiantasse na lista de leituras (me julguem!)

*DESAFIO: Um clássico *
Jardim do Éden (Ernest Hemingway): simplesmente porque não ṕosso deixar faltar um clássico na minha lista. Ernest Hemingway é um dos meus autores favoritos (apesar de eu não gostar da forma como ele cria os casais em seus romances). Sua escrita me fascinou desde o primeiro livro dele que li (“O Velho e o Mar”), onde suas histórias se desenrolam mais pelos diálogos do que pelas descrições e ações.

*DESAFIO: Um livro recomendado por um amigo *
Um Dia (David Nicholls): Confesso que não sou de ler romances. Acho que jamais li um, pelo simples fato de que até os filmes me causam certo tédio. Contudo, três amigas (cujo gosto literário parece com o meu) me indicaram esse livro, algumas com certo fervor e adoração. E já que me desafiei este ano, este título será um desafio duplo.

*DESAFIO: Um autor que você nunca tenha lido *
Os Crimes de Amor (Marquês de Sade): acredito que este autor dispensa apresentação. Sempre tive uma curiosidade monstruosa acerca dos livros do Marquês. Mas nunca os encontrei. Este foi um achado, por acaso. Contudo, este título não faz total jus a sua fama despudorada, imoral e etc. Contudo, não pude deixar de tê-lo.

*DESAFIO: Um autor famoso *
Morte Súbita (J. K. Rowling): sempre tive curiosidade acerca dos livros da J. K. Rowling, mas nunca tive coragem de encarar Harry Potter (apenas por não ser muito fã de séries e sagas muito longas), mas, numa tarde de sol, esperando um ônibus ao lado de uma banca de jornal, vi que esta vendia o Morte Súbita, edição standard, por um preço inacreditável (10 Realidade$). O meu lado impulsivo se ativou, a mão correu pro bolso e bam!, o livro virou meu. Bem, isso faz uns dois anos, e confesso que a demora se dá pelas inúmeras críticas negativas. Mas a curiosidade é maior que tudo!

*DESAFIO: Um livro com 400+ páginas *
A Conspiração Franciscana (John Sacks): desde quando passei a me interessar pela leitura e comecei a pesquisar livros, gêneros, sinopses e montar a lista de desejos (há uns quatro, cinco anos atrás), “A Conspiração Franciscana” foi um dos primeiros títulos que adicionei a essa lista. Por gostar de teorias conspiratórias e temáticas religiosas, esse livro me chamou atenção em todos os sentidos.

Então, esse é um resumão das minhas próximas leituras (provavelmente imutáveis) pra esse ano. O que vocês acham? Já leram algum desses? Comente sua opinião sobre eles aqui.
E boas leituras.



13 janeiro 2017

[New] Natiruts volta aos palcos com gravação de DVD, hoje

O grupo de reggae referência em todo o Brasil, Natiruts volta ao palco da Fundição Progresso, na Lapa, nesta sexta-feira. O evento marca o começo dos eventos de 2017, e ainda estará acontecendo a gravação do DVD Natiruts Reggae Brasil. 

O repertório do show tem como objetivo contar a história do gênero musical através do país, assim contará com músicas em parceria com outros artistas, como: Gilberto Gil, Edson Gomes, Ivete Sangalo, Toni Garrido (Cidade Negra), Saulo Fernandes, Armandinho, Hélio Bentes (Ponto de Equilíbrio), Tati Portella e Sander Fróis (Chimarruts), Marceleza (Maskavo) e outros.

O show promete ser fiel ao original que foi realizado em Salvador, e o blog Reino Literário BR, representado por Maisa Pires, terá a chance de conferir em primeira mão como será o espetáculo. Logo, teremos o olhar dela aqui no blog.


12 janeiro 2017

[Crítica] Assassin's Creed



Sinopse: Callum Lynch (Michael Fassbender) descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos e, via memória genética, revive as aventuras do guerreiro Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários. Versão para as telonas do game Assassin's Creed.

O que eu achei?
Quando eu soube que uma das minhas séries de jogos favoritas ia ser adaptada para o cinema... Eu quase tive um ataque cardíaco. 

Primeiro, porque é a uma das minhas histórias preferidas, e que você consegue aproveitar muita coisa falando no quesito 'História da Humanidade'. Segundo, eu fiquei com medo, pois seria uma história original, totalmente alheia ao enredo que eu já conhecia. 

O tom do filme é muito mais sério, e tem mais pé na nossa realidade do que quando Callum volta ao passado. Ou seja, você tem duas tramas acontecendo ao mesmo tempo: Aguilar tentando proteger a Maçã do Éden (É um artefato que guarda a primeira desobediência dos homens e que pode dar o livre arbítrio, e que os Templários querem para controlar o mundo) e Callum sendo usado para acessar estas memórias, enquanto lida com o Assassinos atuais. 

Eu achei que a história seria um problema, fiquei com medo de alguém que nunca ouviu falar dos jogos ou dos livros não entender o enredo e a proposta do filme. E todas as pessoas que foram na cabine, e que se encontram no caso acima, disseram que conseguiram entender perfeitamente. Mesmo assim, achei o começo confuso, porque você não tem uma explicação exata daquilo estar sendo feito. Você não entende os propósitos da Abstergo em si, mas que a partir da metade do filme são explicados pouco a ouco. 

Pontos positivos: Cenas de ação, efeitos especiais e atuações. Eu não esperava menos quando falaram da adaptação, agora Michael Fassbender vai além do que já fez no cinema e consegue interpretar muito bem a vida passada e presente, com personalidades independentes uma da outra.




[Crítica] La la Land - Cantando Estações

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Sinopse:
Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.
O que eu achei:
Confesso que não estava criando muita expectativa em relação a este filme, até o Globo de Ouro acontecer e o filme ganhar em absolutamente todas as categorias que concorria(7 no total), aí fiquei surtadinha, louca para assistir ao filme, e com essa empolgação toda acabei me decepcionando, sabe aquele lance de quanto maior a altura maior é o tombo?! Pois, infelizmente foi o que aconteceu.
O filme conta as histórias de Mia e Sebastian, que levam vidas medianas, mas tem grandes sonhos para si, porém não fazem ideia de como, quando, ou se vão alcança-los, até que seus caminhos se cruzam(mais de uma vez), e juntos, tijolo por tijolo, um ajudando ao outro eles vão construindo e concretizando seus sonhos. Porém o que os uniu pode ser justamente o que será capaz de separa-los e amor, arte e música pode não ser o bastante.
Mia é barista em um café dentro de um estúdio de cinema enquanto faz testes e sonha em se tornar uma das estrelas para qual serve café hoje. E Sebastian é um músico frustrado, apaixonado por jazz, mas que para pagar as contas aceita tocar músicas de fim de ano, porém mantem seu sonho de abrir o próprio clube de jazz, onde se respeita e ame o estilo puro e original.
La la land, é um filme que começa de forma estranha, principalmente para quem não tem o hábito de assistir musicais, o desenvolver do filme é cativante demais, ficamos completamente fascinado pelo enredo e pela atmosfera de felicidade que o filme transmite, mas o final é um verdadeiro tapa na cara de toda essa fascinação, é revoltante como o filme acaba de forma tão estúpida depois de um desenvolvimento tão bom, sério, é frustrante.
Talvez o problema tenha sido minhas altas expectativas, então quando for assistir não espere muito de La La Land senão ele será para você também o filme que promete ser o melhor do ano, um filme feliz e animado, mas acaba entregando decepção, muita decepção.
Trailer:

10 janeiro 2017

[New]Vencedores Brasileiros do 17º Grammy Latino (Latin Grammy Awards)


No último dia 17 (Quinta-Feira), ocorreu, em Las Vegas, o 17º Latin Grammy Awards (também chamados de Grammy Latino), que premia as melhores produções da indústria fonográfica latino-americana de determinado ano.

A edição deste ano teve massiva presença brasileira entre os indicados aos prêmios, tanto de veteranos da música, como Djavan, com também de novatos na cena musical nacional, como Tiago Iorc.
Na edição deste ano, trouxemos oito gamafones de ouro para casa.

Veja os brasileiros indicados e os vencedores:


·  Melhor álbum de pop contemporâneo em língua portuguesa

“Tropix” – Céu (vencedor)
  “Troco Likes” – Tiago Iorc
   “Território Conquistado” – Larissa Luz
   “Mundo” – Mariza
   “Leve Embora” – Thiago Ramil



  Melhor álbum de rock brasileiro em língua portuguesa
Derivacivilização” – Ian Ramil (vencedor)
“Éter” – Scalene (vencedor)
“Manual” – Boogarins
“Canções de Exílio” – Jay Vaquer
“Distante em Algum Lugar” – Versalle

·        
   

  Melhor Álbum de Samba/Pagode

De Bem com a vida” – Marinho da Vila(vencedor)

“Notícias Dum Brasil 4” – Eduardo Gudin
“Tem Mineira no Samba” – Corina Magalhães
“Na Veia” – Rogê & Arlindo Cruz
“Sambas Para Mangueira” – Vários Artistas


·      

   Melhor Álbum de Música Popular Brasileira

“A Mulher do Fim do Mundo” – Elza Soares (vencedora)
“Dilúvio” – Dani Black
“Todo Caminho É Sorte” – Roberta Campos
“Like Nice” – Celso Fonseca
“Delírio” – Roberta Sá



·   Melhor Álbum de Música Sertaneja

  “Amanhecer” – Paula Fernandes (vencedora)

“Bar do Leo” – Leonardo
“Adivinha” – Lucas Lucco
“Baile do Teló” – Michel Teló
“Sóis” – João Victor

Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileira
AR” – Almir Sater & Renato Teixeira (vencedores)
“No Forró do Seu Rosil” – Lucy Alves & Clã Brasil
    “Heraldo do Monte” – Heraldo do Monte
    “Cordas, Gonzaga e Afins” – Elba Ramalho
    “A Luneta e Tempo – Trilha Sonora” – Alceu Valença


 Melhor Canção de Língua Portuguesa
“Vidas Para Contar” – Djavan (vencedor) 

      “Amei te Ver” – Tiago Iorc

   “D De Destino” – Almir Sater
   “Maior” – Dani Black
   “Maria Da Vila Matilde” – Elza Soares




Então, o que acharam das indicações e dos vencedores?